Presentes: Ana Pereira, Bruno Santos, Nuno Xavier, Ricardo Sobral, Rui Soares Costa
Local: Esplanadas da estação de comboios do Rossio
Duração: 17h30/18h00-20h00
1) Contactar a Associação na Hora (AH) para saber se é possível resolver de vez a questão do nome com uma deslocação presencial às instalações dos serviços da AH (averiguar da localização e horário de funcionamento dos serviços – importante, saber da possibilidade de termos direito ao domínio www.mubi.pt); tarefa: telefonar –> Nuno (3ª feira)
2) Caso a resposta seja afirmativa, ir à AH. tarefa: deslocação à AH (dado que até ao final da semana o Luís Mota não terá disponibilidade para o fazer, o Nuno e o Rui tratarão de ir) (4ª feira)
O Nuno encontra-se a trabalhar no documento que especificará as questões que não constam dos estatutos (e.g., sorteio dos membros dos órgãos, decisões por maioria qualificada, veto, etc.). Será importante finalizar este documento após a formalização legal da existência MUBi. Podemos desde já enviar contributos para o Nuno ir integrando no documento ou, posteriormente, discutir o documento quando este circular na lista. tarefa 1: finalizar a uma primeira versão do documento –> Nuno tarefa 2: envio de contributos –> todos
Para libertar a Ana para outras actividades (nomeadamente o projecto de alteração do CE), a criação do site, que estava sob alçada da Ana e do Bruno, passará a contar com o apoio do Rui. Há espaço e necessidade para mais interessados.
1) Logótipo: Se acordarmos com as propostas desenvolvidas até ao momento, talvez possamos avançar para uma votação. No caso de considerarmos que o conceito ainda precisa de ser desenvolvido, então que façamos chegar contributos ao Bruno e à Ana Barroso. Se considerarmos que as propostas estão num estado pré-final, talvez o Bruno e a Ana B. possam fazer uma selecção de umas quantas versões que seriam sujeitas a votação – info em: http://bicicultura.org/incubadora/velisb/wiki/doku.php/logo tarefa: que dizemos? em que pé estamos? votamos?
2.a) criação da estrutura do site (plataforma, ferramentas, etc.) tarefa: –> Bruno
2.b) criação de conteúdos (compilação e organização de informação) tarefa: –> Rui (são necessários outros interessados)
3) actualizações de conteúdos tarefa: –> ?
O Ricardo introduziu um ponto relativo à Cicloficina.
Concebendo que a Cicloficina: - é uma entidade distinta e independente da MUBi; - necessita de um espaço próprio com condições que permitam acompanhar o crescimento que têm tido; - não tem existência formal; Os dinamizadores da Cicloficina gostavam de contar com o apoio da MUBi para requerer a cedência de um espaço junto da Câmara Municipal de Lisboa.
A MUBi, enquanto entidade com existência legal, poderá requerer a cedência de espaços à CML. Paralelamente, será relevante discutirmos se a MUBi pretende requerer a cedência de espaços para si própria (e.g., sede). tarefa: discutir a questão do(s) pedido(s) de cedência de espaços junto da CML (várias opções: espaço para a Cicloficina; espaço para sede da MUBi; etc.) –> todos
- Há que discutir o espaço de cada um destes projectos/iniciativas no seio da MUBi. Averiguar junto dos responsáveis ou dinamizadores dos vários projectos/iniciativas sobre qual o ponto de situação. É necessário apoio de outras pessoas? João Branco, Luís Mota, Michele Soares, Ana Pereira, que dizem?
- propostas gráficas para selo tarefa: –> Bruno
- compilação dos critérios que serão utilizados para avaliar uma entidade como amiga das bicicletas (e.g., padrões de qualidade de estacionamento para bicicletas, etc.) tarefa: –> Nuno (são necessários mais interessados)
- publicação na página da MUBi das entidades amigas das bicicletas
- georeferenciação das entidades amigas das bicicletas
Entre os presentes, foi consensual a ideia de que não nos parece consensual que a MUBi não se deva pronunciar sobre as várias questões fracturantes. Havendo perspectivas distintas sobre estas questões no seio da MUBi, há que discutir internamente de forma exaustiva por forma que a MUBi possa ter uma posição devidamente informada, sustentada e representativa dos seus elementos. Isto porque existe a percepção de que as questões fracturantes serão, plausivelmente, as questões sobre as quais mais frequentemente seremos chamados a contribuir (e.g., a recente participação do Mário Alves na discussão sobre a obrigatoriedade da utilização do capacete na Assembleia República).
Por agora, poderá ser estratégico deixar isto em águas-de-bacalhau e aguardar, voltando a discutir estas questões apenas após a criação formal da MUBi. De qualquer forma, é importante notar que é fundamental discutir estas (todas as) questões sem qualquer assombramento. Não é por existirem sensibilidades diferentes que é razoável assumirmos uma posição agnóstica. Há que aprofundar a discussão e perceber se há soluções outras para além, de antagonismos extremados.